Apostas nas Olimpíadas Paris 2024 – Veja os principais recordes e as principais esperanças de medalhas para o Brasil

Os limites do corpo humano serão colocados à prova nas Olimpíadas de Paris

À medida que as Olimpíadas de Paris 2024 se aproxima, a empolgação em torno dos potenciais novos recordes e das oportunidades de apostas cresce. Este artigo explorará os recordes olímpicos existentes em várias modalidades e discutirá quais deles podem ser quebrados na próxima edição dos jogos. A evolução da humanidade resulta também na evolução do físico dos atletas, levando cada vez mais à limites e resultados inimagináveis. Recordes do século passado pareciam inquebráveis.. mas a história mostrou diferente e hoje temos o limite do corpo humano colocado à prova em cada nova edição de Olimpíadas.

Apostas nas Olimpíadas 2024

Os Jogos Olímpicos oferecem uma variedade de eventos nos quais apostadores podem tentar prever quem quebrará recordes e quem levará as medalhas. Em Paris, eventos como atletismo e natação são especialmente promissores para novos recordes, devido a avanços tecnológicos e ao surgimento de novos talentos. As apostas podem ser feitas em atletas individuais ou equipes, e os mercados incluem não só quem ganhará, mas também se um recorde será quebrado caso exista essa expectativa pode parte dos fãs do esporte.

Além disso, é possível apostar também no quadro de medalhas, ou seja, qual país vai levar mais medalhas de ouro para casa ou também no quadro de medalhas geral, considerando não só os ouros como também as medalhas de prata e bronze. Confira nossa seção de casas de apostas confiáveis e veja as principais opções para você criar uma conta e ganhar um bônus legal para começar a apostar nas Olimpíadas.

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Os Maiores Recordes Olímpicos nas principais modalidades

Vamos ver agora quais são as principais marcas de recordes mundiais e olímpicos que colocam à prova o corpo humano e estabelecem um alvo para os atuais competidores.

Os Maiores Recordes Olímpicos no Atletismo

No atletismo temos alguns recordes que dificilmente serão quebrados tão brevemente, como o recorde de Usain Bolt nos 100m com 9.63 segundos em Londres 2012. Porém, alguns recordes olímpicos devem ser quebrados em Paris, como é o caso do recorde do brasileiro Thiago Braz, no salto com vara com 6.03 m, que deve ser quebrado facilmente pelo atual recordista mundial Armand Duplantis, que ja está saltando marcas acima de 6.20 m. Veja a seguir alguns dos principais recordes olímpicos no atletismo:

  • 100m masculino: Usain Bolt (9.63 s em Londres 2012);
  • 100m feminino: Elaine Thompson (10.61 s em Tóquio 2020);
  • 200m masculino: Usain Bolt (19.30 s em Pequim 2008);
  • 200m feminino: Florence Griffith-Joyner (21.34 s WR em Seul 1988);
  • 400m masculino: Wayde van Niekerk (43.03 s WR no Rio 2016);
  • 400m com barreiras masculino: Karsten Warholm (45.94 s WR em Tóquio 2020);
  • 400m com barreiras feminino: Sydney McLaughlin (51.46 s WR em Tóquio 2020);
  • Salto em Altura masculino: Charles Austin (2.39 m em Atlanta 1996);
  • Salto em distância masculino: Bob Beamon (8.90 m na Cidade do México 1968);
  • Salto Triplo masculino: Kenny Harrison (18.09 m em Atlante 1996);
  • Salto Triplo feminino: Yulimar Rojas (15.67 m WR em Tóquio 2020);

Em Paris 2024 devemos ter alguns atletas que vão tentar quebrar suas próprias marcas de recordes olímpicos, principalmente os atletas que já deixaram sua marca na última Olimpíadas de Tóquio em 2021.

Os Maiores Recordes Olímpicos na Natação

A natação é outro esporte recheado de recordistas extraordinários, incluindo lendas como Michael Phelps e Katie Ledecky. Na piscina, os recordes sempre são discutidos devido o avanço da tecnologia do vestuário dos atletas, inclusive com eventuais proibições dos chamados “supermaiôs” utilizados nas Olimpíadas de Pequim em 2008. A geração atual de nadadores é muito boa e certamente teremos novos recordes olímpicos na edição de Paris 2024. Veja a seguir alguns dos principais recordes olímpicos na natação:

  • 50 m livres masculino: Caeleb Dressel (21.07 s em Tóquio 2020);
  • 50 m livres feminino: Emma Mckeon (23.81 s em Tóquio 2020);
  • 100 m livres masculino: Caeleb Dressel (47.02 s em Tóquio 2020);
  • 100 m livres feminino: Emma Mckeon (51.96 s em Tóquio 2020);
  • 200 m livres masculino: Michael Phelps (1:42:96 em Pequim 2008);
  • 200 m livres feminino: Ariarne Titmus (1:53:50 em Tóquio 2020);
  • 400 m livres feminino: Katie Ledecky (3:56.46 WR no Rio 2016);
  • 800 m livres feminino: Katie Ledecky (8:04.79 WR no Rio 2016);
  • 1500 m livres feminino: Katie Ledecky (15:35.35 em Tóquio 2020);
  • 200 m peito feminino: Tatjana Schoenmaker (2:18.95 WR em Tóquio 2020);
  • 100 m borboletas feminino: Sarah Sjöström (55.48 s WR no Rio 2016);
  • 100 m costas masculino: Ryan Murphy (51.97 s WR no Rio 2016);
  • 100 m borboletas masculino: Caeleb Dressel (49.45 s WR em Tóquio 2020);
  • 400 m Medley masculino: Michael Phelps (4:03:84 WR em Pequim 2008);

Recordes Olímpicos em Esportes Coletivos

Os esportes coletivos também marcam presença quando o assunto são os recordes:

Futebol

O Brasil acabou ficando de fora de Paris 2024 no futebol masculino, mas alguns recordes são brasileiros, confira:

  • Gol mais rápido (futebol masculino) – Neymar, do Brasil: 14 segundos (Brasil 6–0 Honduras, 2016);
  • Gol mais rápido (futebol feminino) – Janine Beckie, do Canadá aos 19 segundos ( Canadá 2–0  Austrália, 2016).
  • Seleção que mais marcou gols em uma única edição dos jogos olímpicos (futebol masculino) –  Dinamarca (1908) e  Iugoslávia (1952), 26 gols marcados.
  • Maior número de pódios (futebol masculino e feminino) –  Brasil, com 9.
  • Maior número de participações (futebol feminino) –  Estados Unidos,  Brasil e  Suécia participaram de todas as 7 edições do torneio.
  • Única seleção a conquistar a medalha de ouro com 100% de aproveitamento e sem sofrer nenhum gol (futebol masculino) –  Argentina, (6 vitórias em 6 jogos, 17 gols marcados e nenhum gol sofrido na edição de 2004).
  • Artilheira (futebol feminino) – Cristiane, do Brasil, com 14 gols.
  • Artilheiro (futebol masculino) – Sophus Nielsen da Dinamarca e Antal Dunai da Hungria, com 13 gols.
  • Maior goleada – Dinamarca 17–1 França (1908)
  • Mais velho a disputar o torneio olímpico de futebol – Ryan Giggs: 38 anos (2012)
  • Mais participações (jogador) – Formiga, com sete Olimpíadas.

Basquete

Nos Estados Unidos, o “Dream Team” de 1992 estabeleceu um padrão de excelência e recordes em pontuações. Com a globalização do basquete, outros países começam a chegar perto desse nível. A derrota no último mundial de basquete fez com que os EUA focassem novamente na montagem de um dream team, que promete brilhar nas quadras de Paris. Veja os principais recordes, incluindo alguns de Oscar Schmidt:

  • Maior número de participações de um jogador de basquete em Olimpíadas: Oscar Schmidt 5 (Moscou 1980, Los Angeles 1984, Seul 1988, Barcelona 1992 e Atlanta 1996) — recorde dividido com Teófilo Cruz, de Porto Rico, e Andrew Gaze, da Austrália;
  • Maior cestinha da história do basquete em Olimpíadas: Oscar Schmidt com 1.093 pontos;
  • Maior cestinha em um jogo de basquete nas Olimpíadas: Oscar Schmidt com 55 pontos, contra a Espanha em Seul 1988;
  • País com mais medalhas no masculino: EUA com 19 medalhas em 20 edições (16 de ouro, 1 de prata e 2 de bronze);
  • País com mais medalhas no feminino: EUA com 11 medalhas em 12 edições (9 de ouro, 1 de prata e 1 de bronze);

Vôlei

O vôlei sempre foi um esporte em que o Brasil costuma ganhar medalhas nos jogos Olímpicos. No masculino, o Brasil lidera, junto com União Soviética e Estados Unidos, com a maior quantidade de medalhas de ouro, com 3 para cada país. O Brasil também possui 3 pratas no masculino. Já no feminino, o Brasil conta 2 ouros, 1 prata e 2 bronzes.

Principais esperanças de medalhas para o Brasil em Paris 2024

O Brasil chegará em Paris com atletas que devem brigar e até são favoritos a conquistar medalhas para o país nas Olimpíadas. Veja quais são as principais expectativas:

  • Rebeca Andrade: no último Mundial de Ginástica foram 5 medalhas e em Tóquio 2020 já foi medalhista de de ouro no salto e de prata no individual geral;
  • Rayssa Leal: a “fadinha” já era um fenômeno nas últimas Olimpíadas de Tóquio e agora chega em Paris como a principal favorita no skate;
  • Marcus D’Almeida: expectativa de medalha no arco e flecha, já que Marcus foi vice do mundo em 2022 e terceiro do mundo em 2023 na modalidade;
  • Bia Ferreira: campeã mundial em 2023 no Boxe feminino, Bia é esperança de medalha de ouro em Paris 2024;
  • Martine Grael e Kahena Kunze: atuais bicampeãs olímpicas na modalidade vela na classe 49erFX vão tentar o tricampeonato, fato que seria inédito para o Brasil;
  • Filipe Toledo: o surfe trouxe medalha para o Brasil em Tóquio 2020 e promete novamente ser uma fonte de medalhas com o Filipinho sendo a principal esperança;
  • Seleção Feminina de Vôlei: A seleção bateu na trave em Tóquio 2020 com a medalha de prata e também com a prata no Mundial em 2022. Assim, a expectativa é de mais uma vez brigar pela medalha dourada;
  • Duda e Ana Patrícia: campeãs mundiais em 2022 e vices em 2023, a dupla do vôlei de praia chega com boa expectativa para brigar por medalha nas areias de Paris;
  • Bia Haddad: semifinalista de Roland Garros em 2023, a tenista brasileira pode beliscar uma medalha se conseguir uma boa campanha assim como foi nas quadras de Paris em 2023;

Países Favoritos no quadro de medalhas nas Olimpíadas de Paris 2024

Estados Unidos e China tradicionalmente lideram o quadro de medalhas, mas países como Grã-Bretanha, Japão, Alemanha também devem ter uma boa quantidade de medalhas de ouro. A França, como país anfitrião, também pode surpreender. Veja como estão as cotações de apostas da Betano:

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Conclusão

Os Jogos Olímpicos de Paris 2024 prometem ser um espetáculo de talentos, emoções e, potencialmente, novos recordes. Para os apostadores, é uma oportunidade única de participar da ação, prevendo os resultados e talvez até testemunhando a história sendo feita. Se você é um fã do esporte e fica ligado o dia todo na telinha vendo os jogos, apostar nas Olimpíadas pode aumentar ainda mais a emoção!

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