Gestão de Banca nas Apostas Esportivas

Aprenda as melhores formas de fazer gestão de banca e aposte como um profissional

Muitos apostadores iniciantes cometem o erro de apostar sem gestão de banca. Quem nunca depositou uma quantia na casa de aposta e já apostou logo de cara todo ou quase todo o valor depositado? Pois bem, apostar dessa forma pode levar a quebra da banca inúmeras vezes, de modo que o apostador vai ter que ficar depositando cada vez mais na casa de aposta. Assim, o intuito desse artigo é de apresentar formas de gestão de banca que vão impedir que você perca todo o saldo existente na sua conta.

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O que é a Gestão de Banca?

A gestão de banca, como o próprio nome indica, nada mais é do que a forma como o apostador vai gerir o capital investido nas apostas esportivas. Ou seja, compreende a gestão do dinheiro que está nas casas de apostas. Existem diversas formas de gestão de banca, sendo algumas mais conservadoras e outras mais arriscadas. 

A natureza das apostas esportivas está totalmente relacionada com a renda variável. Essa modalidade indica imprevisibilidade dos resultados no curto prazo. Ou seja, não é possível prever se teremos resultados bons ou ruins ao longo dos dias e semanas. Sendo assim, a gestão de banca é fundamental para proteger o montante de dinheiro que o apostador separou para apostar. 

Por exemplo, vamos supor que o apostador está em uma sequência de resultados ruins, ou também conhecida como bad run. Caso esse apostador não tenha gestão de banca, existe uma chance muito grande de que ele venha a perder toda a sua banca, mais conhecido também como quebra de banca. 

Agora, caso ele tenha regras bem específicas de stakes por aposta e uma boa gestão do capital, a chance deste apostador quebrar a banca é quase nula, uma vez que uma boa gestão de banca protege a banca do apostador nas sequências negativas de resultados, e permite que ele ainda possua um bom montante para continuar apostando e conseguir recuperar os resultados ruins quando a sequência positiva de resultados vier.

Técnicas de Gestão de Banca

Existem diversas formas de gestão de banca. Dentre as mais conhecidas, podemos citar:

  • Stake fixa: nesse tipo de gestão, o apostador irá usar uma porcentagem definida de sua banca em cada aposta realizada. Por exemplo, ele pode definir uma stake de 2% da banca e, com isso, toda aposta realizada será com valor de 2% da banca.
  • Stake variável: nesse caso, o apostador irá definir um intervalo de porcentagem da banca que ele pode utilizar em cada aposta. Por exemplo, ele pode definir um intervalo de 1% a 5% da banca e utilizar uma stake entre esses valores em cada aposta realizada.
  • Gestão utilizando o Critério de Kelly: esse tipo de gestão nada mais é do que uma gestão com stake variável, com a diferença de que quanto maior for o valor esperado da aposta, maior será a stake utilizada pelo apostador para potencializar os resultados no longo prazo.
  • Gestão Martingale: consiste em apostar em odds próximas à @2 começando com uma stake inicial. Caso o apostador tenha red, a próxima stake será o dobro da stake inicial. Caso ele tenha red novamente, a próxima stake será o dobro da stake anterior, e assim por diante.
  • Gestão Fibonacci: consiste em apostar em odds próximas à @3 começando com uma stake inicial e, em caso de red, as stakes vão aumentando progressivamente segundo a sequência de Fibonacci (1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21…).

Dentre os tipos de gestão de banca acima, tanto a Gestão Martingale quanto a Gestão Fibonacci são consideradas agressivas, de modo que, caso não seja estipulado um red aceitável na sequência de apostas erradas, a banca do apostador correrá sérios riscos de quebrar. 

A Gestão de Banca mais utilizada pelos profissionais

Os apostadores profissionais costumam utilizar a gestão de banca com stake variável. Antes de mais nada, é recomendado dividir a banca em unidades, sendo cada unidade uma parte da banca do apostador. Por exemplo, caso o apostador divida sua banca em 50 unidades, isso significa que cada unidade representa 2% da banca deste apostador. 

Em quanto mais unidades forem divididas a banca do apostador, mais conservadora será a gestão de banca. De modo contrário, caso a banca seja dividida em poucas unidades, mais agressiva é a gestão e maiores são as chances de ter alguma surpresa negativa de quebra ou perda de boa parte da banca. 

Assim, é muito importante identificar se você é um apostador mais conservador ou mais agressivo para definir o quanto de unidades você irá dividir a sua banca. A tabela a seguir representa a relação do perfil de um apostador com a divisão de unidades:

Após definir em quantas unidades dividir a banca, é importante definir quantas unidades serão utilizadas por aposta. Os apostadores experientes utilizam uma mescla de critério de Kelly com a confiança e o feeling em uma aposta. 

Por exemplo, para uma aposta que possui pouco valor e o apostador não está muito confiante, ele pode utilizar 0.25 ou 0.5 unidade como stake nessa aposta. Já se o apostador vê muito valor e está muito confiante, ele pode utilizar 2 ou 3 unidades como stake na aposta. Em casos intermediários, em que existe valor e o apostador está com uma confiança normal, ele pode utilizar stakes de 1 ou 1.5 unidades. A tabela a seguir representa essa ideia:

Assim, utilizando esses critérios para definir a stake utilizada em cada aposta, a tendência é que os resultados do apostador sejam potencializados no longo prazo caso ele realmente esteja realizando apostas com valor esperado positivo. 

Além disso, é muito importante definir também períodos para reajuste das unidades da banca do apostador. Conforme a banca do apostador vai mudando de valor diariamente, não é recomendado ficar mudando o valor das unidades utilizadas, uma vez que é natural essa variância e esse sobe e desce da banca no curto prazo. 

Dessa forma, recomenda-se redefinir as unidades com um espaçamento maior de tempo, como, por exemplo, a cada 3 meses. Com um espaçamento maior para redefinição das unidades, é mais tranquilo passar pela variância dos resultados no curto prazo e fazer com que o médio e longo prazo, juntamente com os juros compostos, trabalhem a seu favor. 

Por fim, é importante também definir os períodos para saques. O recomendado é que sejam feitas as retiradas nos momentos de redefinição das unidades da banca. Em caso de aportes financeiros, caso o aporte seja muito grande em comparação com a banca atual, é recomendado que se redefina uma nova unidade assim que o aporte é realizado. Caso o aporte não seja muito grande em comparação com a banca atual, é recomendado definir novas unidades somente no prazo já estipulado previamente. 

Lembre-se que nem sempre a banca vai crescer, caso o período de redefinição das unidades chegue e a banca esteja menor que no período anterior, o ideal é que o valor da unidade seja diminuído respeitando a redefinição de unidades. Porém, caso o apostador seja mais agressivo, ele pode manter a unidade anterior sabendo-se dos riscos dessa manutenção do valor da unidade. 

E aí, qual é a gestão de banca que você mais utiliza?

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